quarta-feira, 19 de maio de 2010

Terra de Marlboro...



Já virou rotina. O TSE impôs a Lula, na noite desta terça (18), a terceira multa por propaganda ilegal: R$ 5 mil.
Somando-se às duas multas anteriores, a publicidade ilegal de Dilma já custou R$ 20 mil ao levantador de candidatura.
Injetando-se na conta as multas do PT (R$ 20 mil) e da própria Dilma (R$ 5 mil), chega-se a um espeto de R$ 45 mil.
Dinheiro de troco. Sobretudo se for considerada a relação custo-benefício.
Tomada pelo resultado das últimas pesquisas, Dilma converteu-se num empreendimento eleitoral competitivo.
Deve-se a nova condenação de Lula a uma reclamação do PSDB, DEM e PPS.
Acusaram o ‘Cabo Eleitoral da Silva’ de trombetear a ‘Lulodependente Rousseff’ em viagem oficial ao interior de Minas.
Texto: Blog do Josias

2 comentários:

Anônimo disse...

Vale obseravar que o trâmite dos processos seguem as leis...e as leis são feitas por quem? Sim, por eles mesmos e, assim, qual o final da estória? Sim, esse mesmo!
Aliás, saiu essa semana uma condenação contra Palocci...Ah, só um detalhe... de uma infração de...2006! Viva o Brasil!
Abraço
Fernando Zaupa
www.considerandobem.blogspot.com

Blog do Ferra Mula disse...

País sério?
Texto extraido do COTURNO NOTURNO
Em sua visita à Espanha, Lula afirmou que o Brasil "aprendeu a ser um país sério"e que as eleições estão correndo tranqüilas. Até narrou aos ouvintes um encontro com um empresário espanhol que portava um documento com informações sobre Dilma, descrevendo-a como "guerrilheira". "Essa ex-guerrilheira pode ser a próxima presidente da República. O Brasil não aceita mais esse preconceito, esse debate."

Em primeiro lugar, em um país sério o Presidente da República não vira um criminoso eleitoral reincidente, condenado três vezes em menos de 30 dias. Simplesmente cai, é afastado do cargo.

Em segundo lugar, sobre o debate em relação a eleger uma "ex-guerrilheira" ou não, isto não cabe a um presidente em final de mandato decidir. Quem vai resolver é o eleitor, o cidadão. Neste aspecto o Brasil também está muito longe de ser um "país sério".

Nunca a Espanha teve um primeiro ministro que tenha integrado as fileiras do ETA, grupo terrorista basco.

Tampouco o Reino Unido teve algum mandatário que tenha integrado o IRA, Exército Republicano Irlandês.

Muito menos a Itália já escolheu algum ex-integrante das Brigadas Vermelhas para conduzir o país.

O empresário espanhol tem toda a razão em estar preocupado.

Um país sério discute profundamente a vida dos seus candidatos e só depois faz as suas escolhas. Lula quer impedir este debate, porque sabe que ele é importante e decisivo nestes eleições para uma grande parcela dos brasileiros.
http://ferramula.blogspot.com/#uds-search-results

Um abraço do Airton.